Faces: Daniela Borela – Daniela Borela (2011)

 

 

” Daniela Borela e banda apresentam um disco que perpassa a delicadeza do canto grave, do lirismo e da concepção de arranjos de base influenciados por gêneros como jazz, bossa nova e tropicalismo.

 

O CD tem a produção de Enzo Banzo, da banda Porcas Borboletas, e foi gravado ao vivo, no Estúdio El Rocha [São Paulo], em sistema analógico. Lançado em 2011, ele conta com patrocínio do Instituto Alair Martins (IAMAR), por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Uberlândia/MG.

 

A concepção do disco se traduz em um ano de leitura de poemas que atravessam o espaço homônimo da cantora. Enzo Banzo, que já musicou textos de Arnaldo Antunes e Clarah Averbuck apresenta, nesse disco, uma versão para o soneto de Luís de Camões, “Tanto de meu estado me acho incerto”.

 

A formação desse objeto sonoro conta com 12 faixas inéditas. Elas se alteram entre canções passionais [“Asa Norte”, “Voltando Atrás” e “Bem Obrigado”], o rock-samba-groove [“Deleites” e “Folhas pelo Cabelo”] e o som rural-psicodélico [“Cá pra Mim”].

 

Devota de João Bosco e dos baianos [Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Nana Caymmi, Novos Baianos], Daniela percorre a sintaxe musical de seus precursores com a simplicidade de quem, também, vive música. A antiga relação Bahia-Minas é revisitada dentro de um tempo em que não mais os trens nos movimentam, mas os aviões.

 

Os músicos, por terem um longo tempo de convívio, articularam esse encontro de forma espontânea. A banda é composta pelo violão de Enzo Banzo, o baixo de Xande Tannus e a bateria de Jack Will.

 

Um dos destaques do álbum é a canção “Ontem Nós”. Essa melodia abriga um contraste de forças entre o presente solitário de um indivíduo e o seu entorno. A possibilidade do poema passear pelas margens do encontro amoroso ou do exílio, levou a música a fazer parte do filme francês “Lucia Venice”, dirigido por Mayanna von Ledebur, que produziu “Janelas da Alma” [2001].” Texto do My Space da Cantora

 

Faixas/Tracks:

 

  1. Poética
  2. Asa Norte
  3. Bem no Quintal
  4. Deleites
  5. Bem Obrigado
  6. Tanto de meu estado me acho incerto
  7. Folhas pelo Cabelo
  8. Um Só
  9. Voltando Atrás
  10. Ontem Nós
  11. Ícaro
  12. Cá Pra Mim

 

Download: Daniela Borela (2011)

Faces: Falcatrua – Urbano (2011)

“Os ritmos são variados, do tropicalismo dos mutantes ao funk e ao groove. Mas no meio de tantas influências, uma coisa é certa: todas elas nos levam a essência do rock…” A definição é do próprio grupo Falctrua, banda de rock de Belo Horizonte que está lançando novo CD: URBANO

Pessoal: 

André Míglio (voz)

Luis Lopes (bateria)

Leo Lachini (guitarras)

Danilo Guimarães (baixo)

Discografia:

  • Álbum de Família
  • Falcatrua Pau de Arara Espacial
  • Vou com Gás
  • Urbano

 

Faixas/Tracks:

  1. Urbano
  2. Por Merecer
  3. Não Quero Ser Só
  4. Menina
  5. Tudo Termina em Nada
  6. A Vida é Tudo
  7. Paixão dos Asteróides
  8. A Vida É
  9. Eu Vou
  10. Pedras Rolando

Download:  Falcatrua – Urbano (2011)

MPB Files: Celso Adolfo – Voz Violao e Algumas Dobras (2006)

 

FAIXAS/TRACKS:

  1.  Tô com Fé
  2. O Mundo
  3. Urgente
  4. O Meu Chegado
  5. Flor Bem Vinda
  6. Porteiro
  7. Alçapão Preparado
  8. Me Inclui Fora Desta
  9. Padre Eustáquio e Santo Antônio
  10. Balada Livre
  11. Paraquetá
  12. Piuí-Cha´-Chá
  13. Rabicho

Download:  Celso Adolfo – Voz Violão e Algumas Dobras (2006)

CELSO ADOLFO Mineiro de São Domingos do Prata, vive em Belo Horizonte desde 1969. É profissional da música desde 1983 e já se apresentou fora do Brasil inúmeras vezes interpretando as suas composições. Em 1975 fez a sua primeira apresentação interpretando as suas composições na Escola de Odontologia da UFMG. Em 1976 apresentou-se ao lado de profissionais do samba no show de Paulinho da Viola no Teatro Chico Nunes em Belo Horizonte-MG. Em 1982 Milton Nascimento grava “Coração Brasileiro”, de Celso Adolfo, no seu disco “Anima”. Desde então Celso é presença fundamental e destacada nos panoramas musicais mineiro e brasileiro, tendo recebido diversos prêmios e participados de projetos marcantes.

Discografia: 

1983 – “CORAÇÃO BRASILEIRO”- Produzido por Milton Nascimento.

1988 – “FELIZ” – Produzido por Túlio Mourão.

1990 – “ANJO TORTO” – Produzido por André Dequech.

1995 – “BRASIL, NOME DE VEGETAL” – Produzido por Mazzola. Participações: João Bosco, Milton Nascimento, Aquarela Carioca, Roupa Nova.

1998 – “FESTA DO PADROEIRO” – Produzido por Celso Adolfo.

2003 – O TEMPO – Produzido por Celso Adolfo.

2006 – VOZ, VIOLÃO E ALGUMAS DOBRAS – Produzido por Celso Adolfo. Participação de Samuel Rosa.

2008 – ESTRADA REAL DE VILLA RICA – Produzido por Celso Adolfo.

CDs ESPECIAIS

1998 – COMANDATUBA.

1998 – SANTO ANTÔNIO NA QUERENÇA.

1999 – PAGODE DO GUJOREBA.

1999 – PAIXÃO ATLETICANA.

1999 – VALSA DE ANA EMÍLIA.

1999 -  AO VIVO 1999 – ITÁLIA Castel Thun (Região Trentina) – Produzido por Giusepe Speccher.

2000 – DINAMARCA Celso Adolfo (voz e violão e composições), Jorge Helder (baixo) e Ronaldo Silva (bateria). Show no Conpenhagen Jazz House. Produzido por Ole Matthiessen. Gravado por Lars Palsig para Danish Broadcasting Corporation. PRÓXIMOS PROJETOS

2009 – CELSO ADOLFO SAMBAS.

2010 – CELSO ADOLFO COLONIAL Melodias coloniais mineiras.

2011 – DVD “Estrada Real de Villa Rica”.

Download: Celso Adolfo – Voz Violão e Algumas Dobras (2006)

Faces: Músicos do Espinhaço – Jardim do Mundo (2011)

Mais um pouquinho da Música de Minas:

Faixas/Tracks:

1 – Tema de Abertura
2 – Perereca-de-pijama
3 – Canastra
4 – Folclore de Estrelas
5 – Morro Redondo
6 – Extrema Ponta
7 – Cachoeira e Sumidouro
8 – De Repente Cabeça de Boi
9 – Delicadeza
10 – Nossa Casa Velha
11 – O Encontro das Cordilheiras
12 – Oração ao Homem do Espinhaço

Download:  Músicos do Espinhaço – Jardim do Mundo (2011)

Mais sobre os Músicos do Espinhaço no Vitrola dos Sousa

Música de Minas: Edição Brasileira – Lua (1988)


Mais uma vez apresentamos a boa música de Minas. Gravado em 1988 na Bemol com Mauro Rodrigues (flauta), Lincoln Cheib (bateria), Ivan Correa (baixo) e Bento Menezes (guitarra e violão)

Faixas/Tracks

Lado A
01 –Cânone – Mauro Rodrigues
02 – Mulher de Barro – Gil Amâncio, Lincoln Cheib e Mauro Rodrigues
03 – Amarelinha – Mauro Rodrigues
04 – Prelúdio – Mauro Rodrigues
05 – Pra Vivi – Lincoln Cheib
06 – Diversão Infantil – Mauro Rodrigues
07 – Lua – Mauro Rodrigues
08 – Bemol – Nivaldo Ornelas
09 – Duda No Frevo – Seno

Download: Edição Brasileira – Lua (1988)

Faces: Dead Lover’s Twisted Heart: : DLTH (2010)

 

Banda indie de Belo Horizonte, que vem fazendo sucesso no circuito alternativo

Membros da Banda:

Guto – Guitar
Patsy – Drums
Vinikov – Piano and Bass
Ivan – Guitar and vocals

Ler mais: My space


Este é o produto final de árduos anos de peregrinação aos estúdios de gravação mineiros, numa busca pelo sonho rock em 12 canções de personalidade forte, pontuadas por letras sinceras e diretas, na medida para os ouvidos mundiais. O som é uma mescla de influências sem precedentes, que começam nos anos 50 e 60, e terminam com laços eletrônicos atuais, mostrando uma pluralidade impressionante, sem deixar a qualidade de arranjos de lado.

O download em alta qualidade já está disponível no link abaixo e dentro também vem o release oficial, foto da banda, informações sobre o cd e as capas. Esperamos que esse seja o início de uma melhor divulgação da música brasileira e, a partir daí, possamos fazer melhor nosso trabalho em apoio a cena independente.

FAIXAS/TRACKS:

  1. Dead Lover
  2. Backwards
  3. All Things (You Gotta Do)
  4. Rock Hurts and Heart Beats
  5. Shake Your Hips
  6. Folk You
  7. Mrs. Magill
  8. Line 5102
  9. Devil Inside a Woman
  10. Isabelle
  11. Where I am
  12. Preteders

 

Download: DLTH (2010) ou Rock in Press
ou EP(Songs for a twisted Heart)

Oldies: Beaga’s Band: Em Cima do Sucesso

Esta eu peguei “emprestada” do Grande Blog : A Música Que Vem de Minas – parabéns equipe

Reproduzindo o que foi postado lá:

” O selo Paladium, que na época era capitaneado pelo Dirceu Cheib e sua equipe.
A idéia era fazer disco barato e para vender que nem chuchu, eram discos somente de músicas conhecidas e de vários estilos da época, em grande maioria músicas estrangeiras e tocadas por músicos desconhecidos ou por uma geração de novos músicos que estavam surgindo naqueles anos, alguns chegaram a fazer sucesso e estão na ativa até hoje.

Os discos vinham sem ficha técnica, sem data, enfim, sem grandes preocupações, nem o nome dos músicos continham, às vezes eles usavam pseudônimos, neste mesmo que estou postando hoje por aqui, na capa a sequencia das músicas é uma e no selo é outra.
Os músicos eram contratados somente para gravar o disco e pronto, não havia a preocupação em contratos e nem em investimento na carreira dos mesmos.

No começo Dirceu gravava os discos de seu selo em estúdios de São Paulo, com músicos de lá mesmo, depois para baixar o custo das suas produções fonográficas resolveu começar a gravar os discos aqui em Belo Horizonte, foi ai que foi criada a Bemol, em meados de 1967.

“O mais curioso é que como ainda não existia Estúdio de gravação em Belô, O Dirceu Cheib teve a feliz idéia de experimentar a acústica da famosa Igrejinha da Pampulha, projetada pelo Oscar Niemeyer, já famosa no Brasil e no exterior, não pela sua acústica, mas pelo próprio Niemeyer e pelas pinturas de Portinari, que decoravam a Igreja, ao invéz das tradicionais Imagens de Santos.”
*Aecio Flávio

Espero que gostem deste disco bem num clima da jovem guarda e todo instrumental, vale a pena experimentar, quem sabe este não foi gravado na Igrejinha da Pampulha?”

Desculpem a cópia, mas o que é bom deve ser compartilhado – visitem: A Música Que Vem de Minas

Lado A

01 – O mundo que conhecemos – b. kaempfert e sigman rebbein
02 – A little bit me, a little bit you – neil diamond
03 – You only live twice – barry e bricusse
04 – Ciúme – deno e dino
05 – Verdes campos de minha terra – curly putman
06 – Satisfaction – jagger e richard
07 – Meu grito – roberto carlos
08 – Alguém ao telefone – evaldo gouveia e jair amorim
09 – Não me deixes mais – evaldo gouveia e jair amorim
10 – Dedicatória – evaldo gouveia
11 – Cry me one river
12 – J´entendu la mer – christophe

Download: Em cima do sucesso

MPB Files: Célio Balona : Um Homem, Uma Mulher (1970)

Natural de Visconde do Rio Branco, aos 15 anos Célio já tocava em grandes orquestras na capital. Formou, junto com Nivaldo Ornelas, Helvius Vilela, Wagner Tiso e outros músicos mineiros, seu primeiro grupo musical na década de 60, o Conjunto Célio Balona, e, a partir daí, aprofundou seus estudos em diversos instrumentos. Participou de festivais de Jazz e Bossa Nova e fez vários shows por todo o país e exterior, apresentando-se nos EUA, França, México, Colômbia e Espanha. No Japão, foi o representante da América Latina no Festival Electone Yamaha.Gravou vários LPs e quatro CDs: Batuquerê, Cantigas de Roda, Trilhas e Coletânea, além de assinar composições de músicas para o teatro e o cinema. Sua trilha para o filme Alumbramentos, da cineasta Laine Milan, ganhou o prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Cinema de Juiz de Fora. Seus mais recentes trabalhos são o CD Projeto Brasil: de Antonio à Zé Kéti e a trilha para o filme Cinco frações de uma quase história, do cineasta Guilherme Fiúza. (A Musica que vem de Minas)


FAIXAS/TRACKS:

01 – O Caderninho
02 – Trevo de Quatro Folhas
03 – Once In A While
04 – T’Aimer Foullement
05 – Quem Te Viu, Quem Te Vê
06 – Triste Madrugada
07 – The Shadow Of Uour Smile
08 – Plus Fort Que Nous
09 – Um Homem, Uma Mulher
10 – Free Again
11 – Tema de Lara
12 – Bye Bye Blackbird

Download: Um Homem, Uma Mulher (1970)

MPB Files: Marku Ribas – Underground (1973)

“Marku Ribas (Marco Antonio Ribas), 19/05/1947 – Pirapora, MG.
O único brasileiro a gravar com os Rolling Stones!”
“Sua múltipla e rica música é uma mistura de variados ritmos brasileiros com elementos afros do Caribe, balanço black, jazz, entre tantas outras tendências que ele ouve e ouvia em casa, influenciado pelo pai, um médico apaixonado pelas artes, e pela mãe, criadora de brincadeiras lúdicas.” (A Musica que vem de Minas)

“His diverse and rich music is a mixture of various Brazilian rhythms with elements of Afro Caribbean, black swing, jazz, among many other trends that he heard and listened to at home, influenced by his father, a doctor in love for the arts, and mother, creative play of games. ” (A Musica que vem de Minas)


«Sa riche et diversifié de musique est un mélange de différents rythmes brésiliens avec des éléments de afro-caribéenne, swing noir, le jazz, parmi beaucoup d’autres tendances qu’il a entendu et écouté à la maison, influencé par son père, un médecin dans l’amour pour les arts, et la mère, jeu créatif de jeux. “(A Musica que vem de Minas)

Marku Ribas em seu primeiro trabalho solo e 90% autoral, Arranjos e regências – Erlon Chaves Supervisão Musical – Leo Peracchi

FAIXAS/TRACKS

01 – Zamba Ben (Marku Ribas)
02 – 5,30 schoelcher (Marku Ribas)
03 – O adeus, segundo Maria (Marku Ribas)
04 – N´biri N´biri (Folclore Angolano. Adapt: Marku Ribas)
05 – Porto Seguro (Marku Ribas)
06 – Pacutiguibê iaô (Marku Ribas)
07 – Madinina (Marku Ribas)
08 – Tira teima (Marku Ribas)
09 – Matinic moins (Marku Ribas)
10 – Orange lady (Marku Ribas)

Download: Marku Ribas- Underground (1973)

MPB Files: Oscar Neves:Beira de Fogo é Beira de Abismo (1984)

Oscar Neves nasceu em Belo Horizonte, e teve muito cedo seus primeiros contatos com a música no próprio ambiente familiar.O irmão mais velho, Osias, hoje um de seus principais parceiros, reunia em casa a turma da faculdade para, além de estudar e discutir política, fazer música.

Oscar, então, ainda criança, começou a se interessar pela música, e, principalmente, pelo violão. Na adolescência, já participava de festivais, com suas primeiras composições, e ficava sempre entre os primeiros colocados. Isso o estimulou ainda mais a prosseguir e a continuar se aperfeiçoando, aprendendo novas técnicas de tocar, até que pôde se dedicar ao estudo propriamente, ingressando numa escola de música.Ainda jovem iniciou seus estudos de teoria, canto, harmonia e violão erudito, aplicando seus conhecimentos na música popular, sua grande paixão.

Em 1984, gravou o primeiro disco, através da então Coordenadoria de Cultura do Estado, financiado pelo BDMG. Esse disco abriu várias portas para que Oscar mostrasse com mais vigor seu talento de instrumentista e compositor. Entretanto, por uma questão de sobrevivência, Oscar foi obrigado a trabalhar paralelamente em outras atividades profissionais, dedicando-se menos à sua carreira artística, mas nunca deixando de compor.

Nessa mesma época, foi convidado a fazer parte da equipe que fundaria a Rádio Universidade da PUC-Minas, onde trabalhou por mais de cinco anos. Depois ingressou como produtor e programador na Rádio Inconfidência, onde atuou por doze anos, até montar sua própria estrutura e criar uma rede de emissoras de rádio em parceria com a AMIRT, para veicular um programa que pudesse sanar um dos maiores problemas da imensa produção musical mineira: a carência de divulgação. Trata-se do “Tons das Gerais” um programa criado exclusivamente para divulgar a música produzida em Minas Gerais.Toda a experiência adquirida como radialista somou-se a seu talento musical, o que o levou a dividir seu tempo e produzir mais dois CDs: “Auto retrato” e “Caminhos abertos”, ambos muito elogiados pela crítica. (A Musica Que Vem de Minas) e (Conexão Vivo)

Lado A
01 – Beira de Fogo é Beira de Abismo – Oscar Neves e Osias Neves
02 – Saudade de Elis – Oscar Neves e Osias Neves
Lado B
01 – Cometa – Oscar Neves e Welber Braga
02 – Porto Seguro – Oscar Neves, Danilo Pereira e Geralda Neves

Download: Beira de Fogo é Beira de Abismo (1984)